Rosana Reis Paixão – Autora e criadora do Rumo ao Patrimônio Finanças. Conteúdos, ebooks e orientações práticas para ajudar você a organizar sua vida
Imagine que seu carro quebrou, uma despesa médica inesperada apareceu ou você perdeu o emprego. Como você reagiria? Se não tiver uma reserva, o caminho natural seria usar cartão de crédito, cheque especial ou pedir empréstimo — e isso pode virar uma bola de neve de dívidas.
A solução é simples: ter uma reserva de emergência.
É um valor guardado e disponível para imprevistos, que garante sua tranquilidade e evita o endividamento.
Ela é a sua rede de proteção financeira, permitindo que você enfrente situações inesperadas sem comprometer sua vida financeira.
A recomendação mais comum é acumular o equivalente a 3 a 6 meses das suas despesas essenciais.
📌 Exemplo prático:
Gastos mensais essenciais = R$ 2.000
Reserva ideal = entre R$ 6.000 e R$ 12.000
Se sua renda for instável (autônomo, freelancer), é mais seguro mirar em 6 a 12 meses.
A reserva não é para “render muito”, mas sim para estar segura e disponível a qualquer momento.
Por isso, os melhores lugares são:
Tesouro Selic (LFT) – seguro, fácil de resgatar e com baixo risco.
CDB de liquidez diária – disponível em alguns bancos e corretoras, com rendimento próximo ao CDI.
⚠️ Evite investir sua reserva em renda variável (ações, fundos imobiliários, criptomoedas). Eles são ótimos para crescimento, mas não para emergências.
Defina uma meta inicial: R$ 500, R$ 1.000 ou R$ 2.000.
Guarde um valor fixo todo mês (ex.: R$ 100).
Automatize: configure transferências automáticas para sua conta de investimentos.
Comemore cada etapa atingida! 🎉
A reserva de emergência é a base de toda construção patrimonial. Antes de pensar em investir para ganhar mais, garanta que você está protegido contra imprevistos.
Com essa segurança, você terá tranquilidade para dar os próximos passos rumo à prosperidade financeira.